Doença do Refluxo Gastroesofágico Crônico (DRGE) – O refluxo ácido de longo prazo danifica o revestimento do esôfago.
Exposição frequente ao ácido – A exposição persistente ao ácido estomacal leva a alterações celulares no esôfago.
Hérnia Hiatal – Uma condição em que o estômago empurra o diafragma, aumentando o risco de refluxo ácido.
Obesidade – O excesso de peso pressiona o estômago, piorando o refluxo ácido.
Tabagismo e consumo de álcool – Elas irritam o esôfago e enfraquecem o esfíncter esofágico inferior.
Fatores genéticos – Histórico familiar de DRGE ou esôfago de Barrett aumenta o risco.
Vigilância Endoscópica
Ablação por Radiofrequência (RFA)
Ressecção endoscópica da mucosa (EMR)
crioterapia
Intervenção cirúrgica
A vigilância endoscópica é um procedimento médico usado para monitorar pacientes com risco de desenvolver doenças gastrointestinais, como esôfago de Barrett, câncer colorretal ou doença inflamatória intestinal. Envolve exames endoscópicos regulares para detectar anormalidades precoces, permitindo intervenção e tratamento oportunos. Essa abordagem proativa ajuda a prevenir a progressão da doença, melhora os resultados do paciente e reduz a necessidade de procedimentos invasivos. A vigilância endoscópica é especialmente importante para indivíduos com histórico de distúrbios gastrointestinais, garantindo monitoramento contínuo e atendimento personalizado com base em seus fatores de risco.
A Ablação por Radiofrequência (RFA) é um procedimento minimamente invasivo usado para tratar dor crônica, tumores e certas condições cardíacas. Ele funciona usando calor gerado por ondas de rádio para destruir tecido anormal ou interromper sinais nervosos que causam dor. A RFA é comumente usada para condições como artrite, varizes e tumores de fígado, rim ou pulmão. O procedimento é seguro, com tempo de inatividade mínimo, tornando-o uma opção eficaz para alívio da dor e controle de tumores sem a necessidade de cirurgia de grande porte.
A Ressecção Endoscópica da Mucosa (EMR) é um procedimento minimamente invasivo usado para remover pequenas lesões de alto risco no trato digestivo, particularmente no esôfago, estômago e cólon. É comumente realizada para tratar cânceres em estágio inicial ou crescimentos pré-cancerígenos sem exigir cirurgia de grande porte. A EMR envolve a injeção de fluido abaixo da lesão para levantá-la do tecido subjacente antes de cortá-la usando instrumentos especializados. Essa técnica reduz o risco de complicações e permite a remoção precisa, preservando o tecido saudável.
A crioterapia é um tratamento endoscópico avançado que usa frio extremo para destruir tecido esofágico anormal, particularmente em condições como esôfago de Barrett com displasia ou câncer de esôfago em estágio inicial. Durante o procedimento, nitrogênio líquido ou dióxido de carbono é aplicado na área afetada, congelando e eliminando células não saudáveis. O corpo então naturalmente elimina o tecido morto, permitindo que o tecido saudável se regenere. A crioterapia é uma alternativa segura, repetível e eficaz para pacientes que não são candidatos a tratamentos mais invasivos, como cirurgia.
A intervenção cirúrgica é considerada para casos graves em que condições pré-cancerosas ou cancerosas progridem além do que os procedimentos endoscópicos podem controlar. Pode envolver esofagectomia, onde parte ou todo o esôfago é removido, ou outras cirurgias gastrointestinais complexas. A cirurgia geralmente é recomendada quando a lesão penetrou em camadas mais profundas do tecido ou quando há alto risco de metástase. Embora mais invasivas, as técnicas cirúrgicas modernas visam minimizar as complicações e melhorar a recuperação do paciente, garantindo os melhores resultados possíveis a longo prazo.
Para pacientes sem displasia, o tratamento se concentra no controle do refluxo ácido:
Tratamentos endoscópicos para displasia
Se a displasia for detectada, as opções de tratamento incluem:
A detecção e o tratamento precoces reduzem significativamente o risco de câncer de esôfago. Os pacientes devem seguir as recomendações do médico para monitoramento e tratamento para prevenir complicações.
Sim, tratamentos endoscópicos como RFA e EMR são seguros e eficazes quando realizados por especialistas experientes nos Hospitais Continentais.
A maioria dos procedimentos endoscópicos leva entre 30 e 90 minutos, dependendo da gravidade.
O procedimento é realizado sob sedação, garantindo uma experiência indolor.
A maioria dos pacientes pode retomar as atividades normais dentro de 24 a 48 horas.
Pode ocorrer um leve desconforto na garganta e dificuldade temporária para engolir, mas eles desaparecem em poucos dias.
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